segunda-feira, 18 de outubro de 2010

HISTÓRIA DA RECICLAGEM

Ainda que a reciclagem possa parecer um conceito moderno introduzido com o movimento ambiental da década de 70, ela já existe de fato há cerca de milhares de anos. Antes da era industrial, você não conseguia produzir bens rapidamente e com baixo custo; assim, virtualmente todos praticavam a reciclagem de alguma forma. Os programas de reciclagem de larga escala, porém, eram muito raros: eram os moradores das casas que predominantemente praticavam a reciclagem.



A produção em massa da era industrial é, de muitas formas, a razão básica pela qual precisamos nos preocupar com a reciclagem em larga escala. Quando os produtos podem ser produzidos e comprados muito baratos, geralmente faz mais sentido econômico simplesmente jogar fora itens antigos e comprar outros novinhos em folha. Essa cultura de bens "descartáveis", porém, criou inúmeros problemas ambientais, que discutiremos em detalhes na próxima seção.

Nas décadas de 30 e 40, a conservação e a reciclagem se tornaram importantes na sociedade dos EUA e em muitas outras partes do mundo. Depressões econômicas fizeram da reciclagem uma necessidade para muitas pessoas sobreviverem, já que elas não podiam pagar por bens novos. Na década de 40, produtos como o náilon, a borracha e muitos metais eram racionados e reciclados para ajudar a suportar o esforço da guerra. A explosão econômica dos anos pós-guerra, porém, causou o fim do conservacionismo da consciência dos EUA. Não foi antes do movimento ambiental das décadas de 60 e 70, preconizado pelo primeiro Dia da Terra (em inglês), em 1970, que a reciclagem novamente se tornou uma idéia corrente. Apesar da reciclagem ter sofrido alguns anos de baixa (por causa da aceitação do público e do mercado de bens reciclados estagnado), de modo geral ela aumentou ano após ano. O sucesso da reciclagem se deve à aceitação do grande público, ao crescimento da economia da reciclagem e às leis que exigem coletas recicladas ou forçam o conteúdo reciclado em determinados processos de manufatura.

Benefícios da reciclagem

A maioria das razões pelas quais reciclamos é ambiental, ainda que algumas sejam econômicas.

Lixo em excesso

Uma das principais razões para a reciclagem é reduzir a quantidade de lixo enviada para os aterros. O uso de aterros atingiu seu ápice na década de 80, quando os americanos mandaram quase 150 milhões de toneladas de lixo para aterros por ano. Atualmente, ainda são lançados mais de 100 milhões de toneladas de lixo em aterros anualmente. Apesar de os aterros sanitários modernos serem mais seguros e menos incômodos do que os depósitos abertos do passado, ninguém gosta de ter um deles por perto. Nas áreas densamente povoadas, o espaço para aterros é escasso. Onde há muito espaço, enchê-lo com lixo não é uma solução muito boa para o problema.

Em 2006, os esforços de reciclagem nos Estados Unidos desviavam 32% do lixo dos aterros. Isso evita que mais de 60 milhões de toneladas de lixo acabem em aterros anualmente.

Poluição do chorume do aterro
 
Os aterros causam um outro problema, além de ocupar muito espaço. A diversidade das químicas lançadas nos aterros e as químicas resultantes da decomposição do lixo se misturam em um caldo tóxico conhecido como chorume, que cria enormes quantidades de poluição. O chorume pode vazar do aterro e contaminar lençóis freáticos. Atualmente, tampas de argila impermeáveis e coberturas plásticas evitam que grande parte do chorume vaze, tornando os aterros muito mais seguros do que eram algumas décadas atrás. Qualquer chorume, porém, é muito se ele estiver penetrando em sua vizinhança.
 
Bens novos consomem recursos
 
Fabricar um produto novinho em folha sem qualquer material reciclado causa o esgotamento de recursos naturais no processo de manufatura. O papel usa a polpa de madeira das árvores, ao passo que a fabricação de plástico requer o uso de combustíveis fósseis, como petróleo e gás natural. Fazer alguma coisa com materiais reciclados significa usar menos recursos naturais.

A reciclagem (às vezes) usa menos energia

Há muito espaço para debate sobre esse aspecto da reciclagem, mas muitos processos de reciclagem requerem menos energia do que os fabricantes precisariam para fazer o mesmo item novinho em folha. A fabricação de plástico é muito barata, e alguns bens de plástico podem ser difíceis de reciclar eficientemente. 
 
 
Nesses casos, o processo de reciclagem provavelmente consome mais energia. Também pode ser difícil calcular todos os custos de energia ao longo da cadeia de produção inteira. 
 
A reciclagem de aço certamente usa menos energia que o processo inteiro de mineração do minério de ferro, refinamento e forja de aço novo. 
 
Alguns alegam que a frota de caminhões de reciclagem que coleta plástico e papel de porta em porta semanalmente nas cidades abala o equilíbrio da energia contra a reciclagem. O uso da energia é um fator que deve ser considerado caso a caso.

Dinheiro

A reciclagem tem uma série de impactos econômicos. Para as empresas que compram bens usados, os reciclam e revendem como produtos novos, a reciclagem é a fonte de toda sua receita. Para cidades em áreas densamente povoadas que devem pagar por tonelagem para usar seus aterros, a reciclagem pode cortar milhões de dólares dos orçamentos municipais. 
 
A indústria da reciclagem pode ter um impacto ainda mais amplo. Análises econômicas mostram que a reciclagem pode ser três vezes rentável por tonelada do que aterros, bem como gerar quase seis vezes o número de empregos.

No Brasil, um dos protagonistas da cadeia de reciclagem são as cooperativas de catadores. Elas tem sido responsáveis pela melhoria das estatísticas de reciclagem, além de serem verdadeiros mecanismos de inclusão social (são uma alternativa efetiva de trabalho para boa parte da população carente do País).


COMO FUNCIONA A RECICLAGEM

A reciclagem tem um conceito bastante simples: pegue alguma coisa que não tem mais utilidade e transforme-a em alguma coisa nova em vez de simplesmente jogá-la fora. Pode ser qualquer coisa, desde a reciclagem de papel velho em papel novo até a transformação de uma antiga calota em uma banheira de passarinhos decorativa. Na realidade, a reciclagem pode se tornar bastante complexa: como ela interage com nosso ambiente, nossa política, nossa economia e até mesmo com nossos próprios padrões de comportamento humano, exerce um papel importante no futuro de nosso planeta. Neste artigo, veremos o que é reciclagem, por que e como ela funciona e algumas críticas a essa prática.

No Brasil, a reciclagem ainda engatinha. Uma pesquisa do governo federal mostra que apenas 0,8% do lixo é reciclado.  O balanço feito em 2008 abrange 247 municípios.
 
O que é reciclagem?

A reciclagem pode assumir várias formas. Em uma escala menor, sempre que você encontra um novo uso para alguma coisa velha, você está reciclando. Um exemplo é transformar caixas de cereal velhas em porta-revistas.


A reciclagem se torna mais importante em escalas maiores. Nesse nível, bens de consumo usados são coletados, convertidos de volta em matéria-prima e refeitos em novos produtos de consumo. Latas de alumínio, papel de escritório, aço de prédios velhos e recipientes de plástico são todos exemplos de materiais comumente reciclados em grandes quantidades, geralmente por meio de programas municipais que encorajam as coletas domésticas em grande escala.

É raro um produto reciclado ser exatamente do mesmo material original a partir do qual ele foi reciclado. Papel reciclado, por exemplo, contém resíduos de tinta e fibras mais curtas que papel virgem (papel feito de polpa de madeira). Por causa disso, ele pode ser menos desejável para alguns propósitos, como papel para copiadoras. Quando um bem reciclado é mais barato ou mais frágil que o produto original, é conhecido como ciclo inferior (ou reciclagem descendente). Eventualmente, os produtos caem tanto no fluxo de reciclagem que se torna inviável reciclá-los novamente. Após ser reciclado algumas vezes, o papel não é mais utilizável. Em alguns casos, os produtos podem passar por um ciclo superior, transformados em alguma coisa mais valiosa que o produto original. Um exemplo é uma empresa que faz reciclagem ascendente, transformando jornais velhos e latas de alumínio em móveis artísticos.
 
Fenômeno brasileiro
 

No Brasil, é impensável falar em reciclagem sem citar os catadores de materiais e suas cooperativas. Não existem números fechados, mas calcula-se que existam de 300 mil a 1 milhão de catadores em atividade no país.

Não é para menos, a população brasileira gera diariamente cerca de 126 mil toneladas de lixo de consumo (excluindo dejetos industriais e empresariais). Não fossem os catadores, tudo acabaria em aterros sanitários e lixões.

A profissão, no entanto, é desgastante e insalubre. A maioria dos catadores perambula 30 quilômetros por dia em média, puxando até 400 quilos, em busca de materiais que, muitas vezes, só são encontrados dentro de sacos de lixo. Tudo isso para ganhar de um a dois salários mínimos por mês.
 
Apesar disso, as cooperativas são verdadeiros centros de reabilitação social e promoção de cidadania, por possibilitam a geração de renda para uma parcela da população socialmente excluída e sem instrução. Cumprem um importante papel de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira.


 

RECICLAGEM DE PAPEL

O papel é um material de suporte da informação escrita que produz fortes impactos negativos sobretudo ao nível da produção. 

De facto, embora a matéria prima se possa considerar renovável - a madeira, proveniente das árvores - a sua produção conduz normalmente a extensas monoculturas de espécies exóticas - como o eucalipto em Portugal, e diversas resinosas na maior parte da Europa - que têm como consequência o desaparecimento da quase totalidade da fauna e da flora nativas. Este efeito está relacionado não apenas com as espácies utilizadas mas também com o regime de cultivo: plantações densas, revolução de curtas e lavagem de solos de montanha débeis.

As plantações de árvores para pasta de papel são, no Distrito de Aveiro, um pouco por todo o Litoral Norte e Centro de Portugal e mais recentemente, e com consequências mais graves, também no interior, a principal causa de desaparecimento do coberto vegetal natural, e com ele, de animais de todas as espécies. 

Igualmente significativa é a degradação da paisagem, pela via da uniformização, e a perda do seu carácter e da sua especificidade (biodiversidade). 

É um drama em larga escala, que os interesses económicos encobrem, e que a falta de sensibilidade e de atenção da generalidade dos cidadãos tende a ignorar.

A reciclagem do papel é um procedimento que permite recuperar as fibras celulósicas do papel velho e incorporá-las na fabricação de novo papel. Não é um processo isento da produção de resíduos, mas a produção de pastas virgens também não o é, e assim sempre se minimizam os problemas relacionados com a produção de matéria prima e com a deposição do papel velho.

É importante realçar que os papéis não podem ser reciclados indefinidamente sem que haja perde de qualidade. Após cada utilização, eles perdem parte das suas propriedades e só podem ser reciclados para uso distinto, e um pouco menos nobre, do que o original.

Se se olhar com cuidado e bem de perto para uma folha de papel vai-se perceber que o papel é feito de inúmeras fibras que se cruzam. São elas que lhe dão resistência. 

Dependendo do tipo de polpa que é usada para fazer o papel (pode ser pinho, eucalipto ou até outras fibras vegetais como algodão, linho, etc.) ele vai ter fibras mais longas ou curtas e vai ser mais ou menos resistente. 

Por isso papel branco é mais caro e inclusive a apara (resto de papel) branca também alcança maior valor no mercado

E cada vez que se recicla diminui o tamanho das fibras e ele fica um pouco mais fraco. Por isso que para reciclar muitas vezes o mesmo papel, deve-se colocar um pouco de fibra virgem para aumentar a sua resistência.

Um outro problema são os pigmentos presentes no papel. 

Para fazer papel branco a polpa (de fibra virgem ou papel já usado) deve passar por um processo químico de branqueamento. Por isso quanto mais pigmento um papel tem, mais difícil fica reciclá-lo e conseguir a partir dele um papel branco. 

Na realidade o ideal seria que mudássemos alguns dos nossos hábitos

Por que necessitamos de um papel tão branco, muitas vezes para uso tão simples (rascunho, caderno de anotações, etc). 

E ainda, por que precisamos de produtos e embalagens de papel tão coloridos e cheios de pigmentos muitas vezes tóxicos, que de uma forma ou de outra vão acabar no ambiente, caso sejam sendo reciclados ou não? 




O papel é um material biodegradável e orgânico, mas em caso de aterros com pouca humidade o processo de degradação se torna lento, chegando a demorar de 3 meses a 100 anos para se decompor.

O Que Podemos Fazer pela Reciclagem do Papel?



Para a reciclagem ser possível cabe ao utilizador - a todos nós - fazer uma selecção correcta dos papeis recicláveis e uma selecção correcta significa essencialmente separar os papeis de outros materiais com os quais possam estar associados - como plásticos por exemplo - e que perturbam o processo de reciclagem. 

Pelo mesmo motivo, papéis indissociavelmente ligados a outros materiais como as e as embalagens aluminizadas devem ser excluídos. 

Caso se justifique, isto é, em locais onde se produz muito papel usado, pode ter interesse uma separação de diferentes tipos de papeis: papeis quase brancos e impressões de computador para um grupo, papeis de jornais e revistas para outro, e cartões para outro.
Esta separação valoriza o papel-resíduo e permite obter pastas recicladas de melhor qualidade

Economizando árvores

 

Um dos principais argumentos para a reciclagem de papel é a redução dos impactos danosos ao meio ambiente e entre eles está a diminuição do uso de árvores para a produção do papel. Uma tonelada de aparas (papéis cortados para a reciclagem) pode substituir o corte de 15 a 20 árvores, dependendo do tipo de papel que será produzido, segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Outro argumento é que haveria uma redução da energia elétrica para a produção de papel com a reciclagem. A porcentagem de economia, no entanto, pode variar muito já que há empresas de papel e celulose com eficiente autogeração de energia, enquanto algumas empresas de reciclagem acabam usando métodos mais convencionais de obtenção de energia.

Há também o argumento que na produção de papel reciclado há uma economia de água. 

Nesse caso, também não há um número exato da economia. Há fontes que falam em 10 mil litros de água a menos por tonelada produzida, mas há também quem chegue a falar em cerca de 100 mil litros. 

De qualquer modo, cerca de 40% do lixo urbano no mundo é composto de papel. Sua reciclagem ajuda a evitar o desperdício. 


Como se produz um papel reciclado

Antes de entrar propriamente na discussão sobre o processo de produção do papel reciclado é preciso saber quais os papéis que podem ser reciclados e quais não existe forma de reciclar.

Os recicláveis são:

• Papelão
• Jornal
• Revista
• Papel de fax
• Papel-cartão
• Impressos em geral

Não são recicláveis:

• Fitas adesivas
• Fotografias
• Papel carbono
• Etiquetas adesivas
• Copos descartáveis

Produzir o papel reciclado é muito semelhante à produção de papel comum após a entrega da celulose. É preciso moer, molhar, criando uma massa que lembra o papel machê, prensar, tingir e secar o papel. A principal diferença está na necessidade da utilização de vários produtos químicos para retirar as impurezas do papel como tintas e colas, o que, para alguns críticos, pode ser também perigoso para o meio ambiente, se não for feito de maneira correta. Veja um processo básico de reciclagem de papel. 



Nem sempre totalmente reciclado

Dependendo do tipo de papel, apenas a massa do papel reciclado é insuficiente para garantir resistência e durabilidade no novo papel, assim, as indústrias acabam tendo que incluir celulose virgem durante o processo. Aliás um papel pode ser reciclado de sete a dez vezes, depois as fibras já não terão força suficiente. Um exemplo de papel com pouca fibra são os papéis higiênicos.

Atores sociais da reciclagem

Como os outros tipos de reciclagem, a do papel envolve diversos atores econômicos diferentes. Os consumidores de papel em geral (casas, escritórios, lojas etc.) entregam os jornais velhos, as caixas vazias, os cadernos cheios e os panfletos que ninguém lê para intermediários como catadores, cooperativas de catadores de lixo e sucateiros. Esses separam o material, de acordo com as normas de reciclagem, e entregam para os aparistas. 

Esses são os responsáveis por preparar o material para as fábricas de reciclagem, picando o papel e criando fardos que chegam nas fábricas. Mas você também pode fazer o seu próprio papel reciclado.

Hoje em dia é comum ver documentos e publicações com o papel reciclado, facilmente identificado a olho nu. São normalmente papéis bege, que lembram a tonalidade de uma madeira clara, com várias pequenas ranhuras em toda a superfície. O que pouca gente sabe é que o papel reciclado industrial não precisa ter esse aspecto. Esse pode ser tão branco e limpo como qualquer papel feito de fibras virgens. Mas como o mercado quer transparecer consciência ecológica, o papel reciclado tem que ter uma cara “de segunda mão”.

RECICLAGEM DE PLASTICO

O que fazer com as Garrafas PET?

Essa é uma pergunta que muita gente têm feito. Pensando nisso, cada garrafa pet pode se tornar em outros artesanatos, móveis e utensílios que podemos usar no nosso dia-a-dia.

Quais as vantagens da Reciclagem das Garrafas PET?



  • Redução do volume de lixo nos aterros sanitários e melhoria nos processos de decomposição de matérias orgânicas nos mesmos. O PET acaba por prejudicar a decomposição, pois impermeabiliza certas camadas de lixo, não deixando circularem gases e líquidos.
  • Economia de petróleo, pois o plástico é um derivado.
  • Economia de energia na produção de novo plástico.
  • Geração de renda e empregos.
  • Redução dos preços para produtos que têm como base materiais reciclados.
  • No caso do PET de 2 litros, a relação entre o peso da garrafa (cerca de 54g) e o conteúdo é uma das mais favoráveis entre os descartáveis. Por esse motivo torna-se rentável sua reciclagem.
  • O material não pode ser transformado em adubo. Plásticos e derivados não podem ser usados como adubo, pois não há bactéria na natureza capaz de degradar rapidamente o plástico.
  • É altamente combustível, com valor de cerca de 20 Megajoules/quilo , e libera gases residuais como monóxido e dióxido de carbono, acetaldeído, benzoato de vinila e ácido benzóico. Esses gases podem ser usados na indústria química.
  • É muito difícil a sua degradação em aterros sanitários.

Confecção de Camisas

A fibra têxtil feita de garrafa PET reciclada é o mesmo que poliéster reciclado. Na produção (transformação) do poliéster reciclado utiliza-se 30% da energia utilizada na produção da fibra virgem, ou seja, além da própria reciclagem que contribui para reduzir o lixo no meio-ambiente, a economia no uso de energia também é um ativo ambiental desse produto.
Em média, para se confeccionar uma camiseta, utiliza-se uma quantidade de fibra reciclada que corresponde a duas garrafas PET.
As etapas do processo até chegar na camiseta, basicamente, são:


Usos para Casa
 
  • Aquecedor Solar com Garrafas PET de baixo cust
  • Coletores de Água da Chuv
  • Iluminação interna aproveitando a luz solar
  • Regador Automático para Planta
  • Sustentação para Casa
Ferramentas e Utensílios de PET
 
  • Vassoura com tiras de PET
  • Saquinhos para guardar coisa
  • Luminárias e Artesanat
  • Porta Guardanap
  • Porta Lápi
  • Potinhos, Embalagen
  • Outros objetos